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A união entre o mundo dos videojogos e o das criptomoedas deu origem a um fenómeno inovador: o Play-to-Earn (P2E). Este modelo permite que os jogadores ganhem ativos digitais com valor real, como criptomoedas e NFTs, simplesmente a divertirem-se com o seu smartphone. Num contexto como o português e europeu, onde a paixão pelos jogos se alia a um interesse crescente pela inovação financeira, esta nova fronteira do gaming está a atrair a atenção de um público vasto e variado. Já não se trata apenas de passar o tempo, mas de uma oportunidade para entrar em contacto com as tecnologias do futuro, transformando as próprias habilidades de jogo num potencial ganho.
Este guia foi pensado para quem se aproxima pela primeira vez do mundo dos jogos cripto. Explicaremos de forma simples e direta o que significa “jogar para ganhar”, como dar os primeiros passos em segurança e quais são as dinâmicas deste mercado emergente. O objetivo é fornecer as ferramentas necessárias para compreender as oportunidades e os riscos, unindo a tradição do divertimento dos videojogos com a inovação trazida pela tecnologia blockchain.
O Play-to-Earn, ou P2E, é um modelo de negócio que revoluciona a indústria dos videojogos. Ao contrário dos jogos tradicionais, onde as compras no jogo são uma despesa, nos jogos P2E os jogadores podem ganhar recompensas com valor económico real. Esta dinâmica é possível graças à tecnologia blockchain, que permite criar e certificar a propriedade de objetos digitais únicos, conhecidos como Tokens Não Fungíveis (NFTs). Estes NFTs podem representar qualquer coisa dentro do jogo: personagens, armas, terrenos virtuais ou trajes. Os jogadores tornam-se assim os verdadeiros proprietários dos seus ativos de jogo e podem trocá-los ou vendê-los em marketplaces apropriados.
O conceito subjacente é a “financeirização” do jogo, um fenómeno conhecido como GameFi, que une os termos “game” (jogo) e “finance” (finanças). Os jogadores são incentivados a participar e a progredir no jogo através de recompensas monetizáveis. Por exemplo, ao vencer batalhas ou completar missões, podem obter-se tokens do jogo, ou seja, criptomoedas nativas dessa plataforma específica. Estes tokens podem depois ser trocados em exchanges de criptomoedas para obter outras moedas digitais ou moeda tradicional, como Euros ou Dólares. Desta forma, o tempo e a habilidade investidos no jogo traduzem-se numa atividade potencialmente remuneradora.
Aventurar-se no mundo dos jogos Play-to-Earn requer alguns passos fundamentais, mas acessíveis mesmo para quem não tem experiência com criptomoedas. O primeiro passo é a pesquisa e a escolha do jogo certo, seguido pela configuração de uma ferramenta essencial para gerir os ganhos: a carteira de criptomoedas. Abordar estes passos com atenção é crucial para garantir uma experiência segura e gratificante.
A escolha do jogo é o ponto de partida. É importante avaliar não só o potencial de ganho, mas também a qualidade da jogabilidade e a solidez do projeto. Um bom jogo P2E deve ser, antes de mais, divertido e envolvente. É aconselhável informar-se sobre a reputação dos desenvolvedores e a vitalidade da comunidade de jogadores. Fóruns online e redes sociais são ótimos locais para recolher opiniões e estratégias. Considere também o género que prefere: existem jogos de estratégia, de cartas colecionáveis, RPGs e battle royale. Alguns jogos podem exigir um investimento inicial para comprar as primeiras personagens ou objetos NFT, enquanto outros são gratuitos. Avaliar cuidadosamente estes aspetos ajudá-lo-á a encontrar o jogo mais alinhado com os seus interesses e as suas possibilidades.
A carteira de criptomoedas é uma ferramenta indispensável: é uma carteira digital onde guardará as suas criptomoedas e os NFTs ganhos. Funciona como uma conta bancária para os seus ativos digitais e permite-lhe interagir com as aplicações blockchain, incluindo os jogos. Entre as carteiras mais populares e compatíveis com a maioria dos jogos baseados em Ethereum e outras blockchains estão a MetaMask e a Trust Wallet. A criação de uma carteira é um processo guiado e relativamente simples. Durante a configuração, ser-lhe-á fornecida uma “seed phrase” ou frase de recuperação, composta por 12 ou 24 palavras. É de fundamental importância escrever esta frase e guardá-la num local seguro e offline. Qualquer pessoa que tenha acesso a esta frase tem o controlo completo da sua carteira.
Depois de criar a sua carteira, o passo seguinte é ligá-la ao jogo que escolheu. A maioria dos jogos P2E tem uma opção “Ligar Carteira” bem visível no ecrã inicial ou nas definições. Ao selecioná-la, abrir-se-á uma interface da sua carteira (por exemplo, a aplicação da MetaMask) que lhe pedirá para autorizar a ligação. Este processo é seguro e permite que o jogo verifique os NFTs que possui e envie as recompensas diretamente para o seu endereço. Em alguns casos, pode ser necessário comprar tokens nativos do jogo para começar. Para tal, terá primeiro de adicionar fundos à sua carteira, por exemplo, comprando criptomoedas como Ethereum (ETH) numa exchange e transferindo-as depois para o seu endereço. Uma vez concluídos estes passos, estará pronto para começar a jogar e a ganhar.
O panorama dos jogos P2E está em constante evolução, com títulos que abrangem diferentes géneros para satisfazer todo o tipo de jogador. Embora alguns nomes se tenham tornado verdadeiros gigantes do setor, novas propostas surgem constantemente, especialmente para o mercado móvel. Neste contexto, é útil conhecer alguns dos jogos mais conhecidos para entender as diferentes mecânicas de ganho e de jogabilidade.
Um exemplo emblemático é o Axie Infinity, frequentemente comparado ao Pokémon pela sua mecânica de colecionar, criar e fazer lutar criaturas chamadas Axies. Cada Axie é um NFT único e os jogadores podem ganhar tokens ao vencer batalhas ou completar missões. Embora no passado exigisse um investimento inicial significativo, hoje existem modalidades mais acessíveis para começar. Outros títulos de grande destaque são The Sandbox e Decentraland, dois mundos virtuais (ou metaversos) onde os jogadores podem comprar terrenos digitais como NFTs, construir experiências e monetizá-las. Para quem prefere uma experiência mais estratégica, jogos de cartas colecionáveis como o Gods Unchained permitem que os jogadores possuam realmente as suas próprias cartas e as troquem, um modelo que une habilidade e colecionismo. No cenário móvel, surgem continuamente apps que pagam mesmo, como o mCrypto, que oferece uma variedade de minijogos para ganhar diversas criptomoedas.
Como qualquer setor ligado ao mundo das criptomoedas, também o Play-to-Earn apresenta um dualismo feito de grandes oportunidades e riscos concretos. Para um principiante, é fundamental abordar este mundo com uma mentalidade equilibrada, compreendendo tanto os potenciais benefícios como as armadilhas. A consciencialização é a primeira ferramenta de defesa contra surpresas desagradáveis e permite desfrutar plenamente da experiência de jogo.
Entre as principais vantagens está, sem dúvida, a propriedade real dos ativos de jogo. Graças aos NFTs, os objetos, personagens ou terrenos que ganha ou compra são seus para todos os efeitos e pode geri-los livremente. Isto abre um potencial de ganho económico, transformando um passatempo numa atividade que pode gerar um rendimento. Além disso, os jogos P2E costumam ter comunidades muito ativas e coesas, oferecendo uma experiência social e colaborativa. Por outro lado, os riscos não devem ser subestimados. A volatilidade do mercado de criptomoedas é o fator mais importante: o valor dos tokens e dos NFTs ganhos pode flutuar drasticamente. Existe também o risco de fraudes, projetos insustentáveis ou ataques informáticos. Por fim, é importante considerar o aspeto da tributação: os ganhos derivados de criptoativos estão sujeitos a regulamentações fiscais específicas que é necessário conhecer.
Abordar o tema da tributação é um passo crucial para quem se aproxima do mundo do Play-to-Earn em Portugal. Os ganhos obtidos a jogar, por serem sob a forma de criptomoedas ou NFTs, enquadram-se na normativa fiscal dedicada aos criptoativos. Ignorar estes aspetos pode levar a consequências legais e sanções, pelo que é fundamental informar-se corretamente. A legislação portuguesa evoluiu para incluir estas novas formas de rendimento, estabelecendo regras precisas para a sua declaração.
De acordo com a legislação portuguesa, atualizada com o Orçamento do Estado para 2023, as mais-valias realizadas com a venda de criptoativos detidos por menos de um ano estão sujeitas a uma taxa de 28%. A tributação ocorre quando os criptoativos são convertidos em moeda fiduciária (como o euro). Os ganhos com criptoativos detidos por mais de 365 dias estão, regra geral, isentos de imposto sobre mais-valias, exceto se forem considerados rendimentos profissionais ou empresariais. É, portanto, essencial manter um registo de todas as operações, incluindo datas e custos de aquisição e receitas de venda, para calcular corretamente a eventual mais-valia. Para uma gestão precisa e para evitar erros, pode ser útil recorrer a plataformas especializadas no acompanhamento fiscal de criptomoedas ou consultar um profissional. Para um guia sobre como maximizar os lucros, tendo em conta também estes aspetos, é aconselhável aprofundar as dinâmicas de mercado.
O fenómeno do Play-to-Earn insere-se num contexto cultural, como o português e mediterrânico, onde o jogo sempre teve um forte valor social e agregador. A transição do jogo de cartas no café ou da partida de futebol na praça para os mundos virtuais baseados em blockchain representa uma evolução fascinante, uma ponte entre tradição e inovação. Esta nova forma de entretenimento digital não substitui as interações reais, mas estende-as a uma nova dimensão, onde as comunidades online se tornam locais de encontro e colaboração, semelhantes às praças de antigamente.
A Europa, e Portugal em particular, está a mostrar um interesse crescente pelo setor GameFi. Embora o mercado ainda seja dominado por grandes players internacionais, estão a surgir startups e desenvolvedores locais que procuram conquistar um espaço, talvez apostando em géneros específicos como os jogos de estratégia. A adoção destas tecnologias é também estimulada por uma curiosidade generalizada por novas formas de investimento e ganho alternativo. A ideia de poder monetizar uma paixão é um conceito poderoso que atrai pessoas de todas as idades e backgrounds profissionais, unindo o prazer do jogo à possibilidade de explorar as fronteiras das finanças descentralizadas de forma acessível e direta, diretamente a partir do próprio smartphone.
Ganhar criptomoedas a jogar no smartphone representa uma das fronteiras mais interessantes e dinâmicas do mundo digital. Como vimos, o modelo Play-to-Earn une o entretenimento dos videojogos com as oportunidades oferecidas pela tecnologia blockchain, permitindo que os jogadores se tornem verdadeiros proprietários dos seus ativos digitais e monetizem o tempo e a habilidade investidos. Para os principiantes, a entrada neste setor requer uma abordagem informada e prudente: é essencial escolher jogos sólidos, proteger com o máximo cuidado a sua carteira de criptomoedas e estar ciente da volatilidade do mercado e das obrigações fiscais.
O panorama P2E está em constante evolução, com novas oportunidades e desafios a surgir regularmente. Num contexto como o português, onde a cultura do jogo está profundamente enraizada, esta inovação tem o potencial para crescer significativamente. O convite é para explorar este mundo com curiosidade, começando com pequenos passos, privilegiando a diversão e considerando os ganhos como um agradável extra. Fazendo a sua própria pesquisa e agindo com responsabilidade, o Play-to-Earn pode transformar-se de um simples passatempo numa fascinante porta de entrada para a economia digital do futuro.
Sim, é possível ganhar recompensas reais, geralmente sob a forma de criptomoedas ou NFTs (Tokens Não Fungíveis), ao participar nos chamados jogos ‘play-to-earn’. Estes jogos, baseados na tecnologia blockchain, permitem que os jogadores obtenham ativos digitais que têm um valor real e podem ser trocados em mercados apropriados. No entanto, é importante lembrar que os ganhos não são garantidos e o montante depende do tempo, do empenho e, por vezes, de um investimento inicial.
Os ganhos variam enormemente e não há uma resposta única. Alguns jogadores conseguem gerar um rendimento comparável a um salário, especialmente em alguns países, enquanto a maioria dos utilizadores ganha valores modestos, muitas vezes alguns cêntimos de dólar por longas sessões de jogo. O lucro depende do jogo, da raridade dos NFTs obtidos, das flutuações do mercado de criptomoedas e do tempo dedicado. É difícil prever um ganho médio devido à natureza volátil e especulativa destes ativos.
Depende do jogo. Alguns jogos são ‘free-to-play’ e permitem começar a ganhar sem investimentos iniciais, como por exemplo o ‘Gods Unchained’. Outros, no entanto, exigem a compra de NFTs ou tokens para começar a jogar, como no caso do ‘Axie Infinity’, que requer a compra de pelo menos três criaturas (Axies). Frequentemente, mesmo nos jogos gratuitos, é necessário ter uma pequena quantidade de criptomoeda para cobrir as taxas de transação (gas fees) na blockchain.
Para jogar os jogos play-to-earn é essencial ter uma carteira de cripto não custodial (non-custodial), que lhe dá o controlo total das suas chaves privadas e dos seus fundos. A escolha da carteira depende da blockchain em que o jogo foi construído. As mais populares e versáteis, disponíveis como app para smartphone, são a MetaMask (principalmente para Ethereum e redes compatíveis) e a Trust Wallet (que suporta uma vasta gama de blockchains). É fundamental garantir que a carteira escolhida seja compatível com a rede do jogo.
Os riscos são múltiplos. O principal é a volatilidade do mercado: o valor das criptomoedas e dos NFTs ganhos pode cair rapidamente, anulando os lucros. Existe também o risco de fraudes e ataques de hackers. Além disso, alguns jogos exigem um investimento inicial que poderá não conseguir recuperar. Por fim, é preciso considerar o aspeto fiscal: os ganhos resultantes destas atividades podem estar sujeitos a tributação, com regulamentações ainda em evolução.