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O metaverso já não é ficção científica. É um universo digital em expansão, uma rede de mundos virtuais interligados onde as pessoas podem socializar, jogar, trabalhar e, acima de tudo, ganhar dinheiro. Duas das plataformas mais importantes neste novo cenário são The Sandbox e Decentraland, verdadeiros ecossistemas económicos baseados em blockchain. Este artigo irá explorar as oportunidades concretas para gerar rendimento nestes mundos, com especial atenção ao mercado português e europeu, onde a fusão entre tradição cultural e inovação digital pode criar cenários únicos e lucrativos.
Longe de ser apenas um passatempo, o metaverso está a configurar-se como uma verdadeira extensão da economia real. Aqui, o conceito de propriedade digital é garantido pela tecnologia NFT (Non-Fungible Token), que certifica a unicidade e a posse de ativos como terrenos, edifícios, obras de arte ou vestuário para avatares. Compreender as dinâmicas de The Sandbox e Decentraland significa abrir uma porta para novas profissões, modelos de negócio e formas de investimento que já estão a atrair a atenção de grandes marcas e pequenos criadores em todo o mundo.
O metaverso é uma rede interligada de espaços virtuais 3D onde os utilizadores, através de avatares, podem viver experiências imersivas e interagir entre si. Ao contrário de um simples videojogo, estes mundos são persistentes, ou seja, continuam a existir e a evoluir mesmo quando não se está ligado. A economia destas plataformas baseia-se em criptomoedas e NFTs, que permitem aos utilizadores possuir, trocar e monetizar bens digitais de forma segura e transparente. O mercado global do metaverso está em forte crescimento, com estimativas que preveem um valor de milhares de milhões de dólares nos próximos anos, atraindo investimentos de gigantes da tecnologia e de inúmeras empresas.
The Sandbox é um mundo de jogo virtual descentralizado onde os jogadores podem criar, possuir e monetizar as suas próprias experiências de jogo. O seu estilo gráfico de “voxels” (pixels 3D) faz lembrar o de Minecraft, mas com uma diferença fundamental: cada criação pode tornar-se um NFT e ser vendida. O ecossistema baseia-se em três elementos principais: o token SAND, usado para as transações; os LANDs, lotes de terreno virtual que são verdadeiros NFTs; e os ASSETs, ou seja, os objetos, personagens e elementos criados pelos utilizadores. Esta estrutura permite uma forte economia circular impulsionada pela comunidade.
As oportunidades de lucro no The Sandbox são variadas e adaptam-se a diferentes competências. Uma das vias principais é criar e vender ASSETs NFT. Utilizando o software gratuito VoxEdit, qualquer pessoa pode desenhar objetos 3D (como avatares, veículos ou decorações) e colocá-los à venda no marketplace oficial, tornando-se, para todos os efeitos, um artesão digital. Outra estratégia consiste em comprar e monetizar LANDs. Os proprietários de terrenos podem arrendá-los a outros criadores, construir experiências interativas como jogos ou galerias de arte e cobrar um bilhete de entrada. Por fim, é possível desenvolver jogos com o Game Maker, uma ferramenta que não exige conhecimentos de programação, e ganhar a jogar através de mecanismos de play-to-earn, onde os jogadores são recompensados com tokens SAND por completarem missões.
Decentraland é outro universo virtual líder, inteiramente detido e governado pelos seus utilizadores através de uma DAO (Organização Autónoma Descentralizada). Aqui, a ênfase é colocada nas experiências sociais, nos eventos e no mercado imobiliário virtual. A sua economia baseia-se no token MANA, utilizado para comprar LANDs (os lotes de terreno NFT) e uma vasta gama de bens e serviços, como os wearables, ou seja, peças de vestuário e acessórios para personalizar o próprio avatar. A plataforma já acolheu eventos de ressonância mundial, como a primeira Metaverse Fashion Week, consolidando o seu papel como um centro cultural e comercial.
Também no Decentraland as estratégias para ganhar dinheiro são múltiplas. A compra e venda de LANDs é uma das atividades mais conhecidas; tal como no mundo real, o valor dos terrenos pode aumentar com base na localização e no desenvolvimento das áreas circundantes. Outra oportunidade muito interessante, especialmente para os criativos, é criar e vender wearables NFT. Designers e artistas podem desenhar roupas e acessórios únicos para os avatares e vendê-los no marketplace, gerando um lucro direto. Além disso, é possível organizar eventos pagos, como concertos, conferências ou exposições de arte, arrendando espaços ou utilizando os seus próprios LANDs. Estão também a surgir novas profissões, como o arquiteto de metaverso ou o gestor de comunidade para eventos virtuais.
O metaverso oferece uma oportunidade sem precedentes para valorizar o património cultural e empresarial europeu, em particular o português. A fusão entre tradição e inovação pode tornar-se um fator competitivo decisivo. Imaginemos marcas do Made in Portugal que não se limitam a vender produtos físicos, mas criam coleções de moda virtual exclusivas para avatares, como já foi feito por marcas como a Gucci e a Dolce & Gabbana. Esta última participou na Metaverse Fashion Week no Decentraland, demonstrando o potencial destes novos canais.
O setor da arte e da cultura pode obter enormes benefícios. É possível criar museus virtuais que exponham obras-primas portuguesas, tornando-as acessíveis a um público global, ou reconstruir sítios arqueológicos para visitas imersivas. Também a tradição enogastronómica mediterrânica pode encontrar a sua dimensão digital, através de experiências virtuais, cursos de culinária interativos ou eventos de degustação que combinam o mundo físico e o digital. Empresas portuguesas e europeias já estão a explorar estas fronteiras, reconhecendo o valor da combinação entre a socialização física e a eficiência digital.
Entrar no metaverso para ganhar dinheiro também acarreta riscos. A volatilidade do mercado das criptomoedas (SAND e MANA) é um fator crucial: o valor dos ativos digitais pode flutuar consideravelmente. Além disso, muitas atividades exigem um investimento inicial, como a compra de LAND, que pode ser dispendiosa. São também necessárias competências específicas, como a modelação 3D ou a compreensão das dinâmicas da blockchain, e um investimento considerável de tempo para criar conteúdos de qualidade e construir uma comunidade. Por fim, é fundamental informar-se sobre os aspetos fiscais dos ganhos digitais, uma área ainda em evolução, mas de importância crescente. É aconselhável começar com cautela, talvez explorando as oportunidades que não exigem um investimento inicial, como a participação em eventos play-to-earn.
The Sandbox e Decentraland representam a fronteira do ganho online, oferecendo uma vasta gama de oportunidades que vão desde a criatividade artística ao investimento imobiliário virtual. Embora o setor ainda seja jovem e apresente incertezas, o potencial de crescimento é inegável. Para os criadores, empreendedores e investidores em Portugal e na Europa, estes mundos virtuais não são apenas uma nova plataforma tecnológica, mas uma tela em branco sobre a qual pintar o futuro, unindo a inestimável riqueza da cultura mediterrânica com as infinitas possibilidades do digital. O convite é para explorar, experimentar e começar a construir o seu próprio espaço nesta nova economia, transformando paixões e competências num lucro real no metaverso.
O investimento inicial pode variar consideravelmente. É possível começar a ganhar dinheiro mesmo sem custos, participando em eventos e jogos *play-to-earn* que recompensam com tokens ou NFTs. No entanto, para oportunidades mais lucrativas como a compra de terrenos virtuais (LAND), é necessário um investimento em criptomoedas (SAND para o The Sandbox, MANA para o Decentraland), cujo custo depende das flutuações do mercado. A criação de *assets* digitais para venda, por outro lado, exige tempo e competências, mas os softwares como o VoxEdit do The Sandbox são gratuitos.
Não necessariamente. Plataformas como o The Sandbox oferecem ferramentas como o *Game Maker*, que permite criar experiências de jogo sem escrever código. Para a criação de objetos 3D, softwares como o *VoxEdit* são projetados para serem intuitivos. Claro que ter competências em modelação 3D ou programação oferece uma vantagem e abre portas para maiores oportunidades de ganho, como trabalhos freelance para outros utilizadores ou marcas. No entanto, existem muitas outras formas de ganhar dinheiro, como o trading de ativos, a organização de eventos ou a gestão de propriedades virtuais.
Sim, é totalmente possível. Os ganhos obtidos no The Sandbox (SAND) ou no Decentraland (MANA) são criptomoedas para todos os efeitos. Estas podem ser transferidas para uma exchange de criptomoedas (como a Coinbase, Binance, etc.), convertidas em moeda fiduciária como o Euro (EUR) e, posteriormente, transferidas para a sua conta bancária ou cartão. Todo o processo é baseado na tecnologia blockchain, que garante a propriedade e a transferibilidade dos ativos digitais.
O investimento em terrenos virtuais, como qualquer ativo digital, acarreta riscos significativos. O principal é a alta volatilidade: o valor dos terrenos e das criptomoedas associadas pode sofrer fortes oscilações em curtos períodos. Existe também o risco ligado à popularidade da plataforma: se um metaverso perder utilizadores, o valor dos seus terrenos pode diminuir drasticamente. Por fim, é preciso considerar os riscos de segurança informática, como fraudes e hacking, e a incerteza regulatória, dado que o setor ainda está em evolução.
Com certeza. O metaverso é uma nova fronteira para marcas e criativos promoverem produtos e cultura. Marcas de moda como a Gucci já criaram experiências virtuais de sucesso em plataformas semelhantes. É possível criar galerias de arte para expor e vender obras digitais como NFTs, organizar eventos que celebram a tradição enogastronómica ou criar lojas virtuais para vender vestuário para avatares inspirado no design português. Até instituições culturais como o British Museum já exploraram o The Sandbox, demonstrando o potencial para valorizar o património cultural de formas inovadoras.